Fim de semana e crítica de X-Men: First Class

Há algum tempo desde a última vez que O Bardo passou um dia inteiro sem postagens. Aconteceu, paciência, eu não programei, ninguém cobriu. Mas foi por uma boa causa, havia algum tempo que eu não dedicava um dia inteiro para a patroa, ontem fiz isso e valeu a pena. Mas enfim, duvido muito que isso interesse aos leitores (se interessarem, acessem meu blog pessoal, O Castelo do Ninja, http://benaduce.blogspot.com), uma coisa que provavelmente interessará é que assisti X-Men: First Class. O que isso quer dizer? Como sempre digo à respeito dos filmes e games, inspirou. Ou seja, a próxima adaptação será de X-Men (que será uma continuação das adaptações da MARVEL, mas focada nos X-Men) e uma crítica (minha, logo abaixo).

Outro assunto para ser abordado, já que comecei a falar sobre o andamento d’O Bardo, é a enquete sobre os assuntos. Falta pouco para ela fechar e, assim que tiver posse dos resultados, conversarei com o pessoal que colabora e baterei o martelo sobre os rumos que o blog irá tomar. De mais a mais, entrarei nas duas semanas finais do semestre, o que significa, todos sabem, provas.
O filme então. Tratando em linhas gerais, mostra a trajetória dos primeiros X-Men, desde que Charles começou a procurar outros mutantes junto com Erick. O que é mais interessante neste filme é o viés diferente da visão dos personagens, ou seja, eles são jovens e, consequentemente, muito diferentes do que estávamos acostumados. Erick, Raven e Hank aparecem nas histórias atuais, e como a história do filme se passa na década de 1960, eles devem possuir atualmente algo como 70 anos.
Embora todas as críticas tenham voltado seus olhos para a atuação do personagem Magneto, para mim o destaque ficou mesmo com o Professor X. Explico o porque, em questão de temperamento e objetivos, Erick sempre foi muito claro, seus ideais foram muito límpidos apesar dos métodos. Charles, por sua vez, sempre me pareceu um personagem muito aéreo, de poucas palavras e ideais difíceis de discernir, o que First Class deixa bastante claro. Xavier que reunir os mutantes e ser seu líder na convivência com o restante do mundo, mas ele sabe que deste encontro, em algum tempo, os humanos deixarão de existir, ao contrário dos homo superior (nome científico que os mutantes ganharão futuramente). Também nesta época é possível perceber que Xavier é vaidoso e mulherengo, e vocês perguntam, por que eu gostei mais do riquinho e mulherengo Professor X do que do paladino dos mutantes e injustiçado Magneto? Porque Charles, pela primeira vez para mim, mostrou seu lado humano. Enfim, é uma experiência interessante analisar a trajetória dele, agora que sei como tudo começou.
Outra personagem interessante é Raven, a Mística, que nesta época não é a mutante fria e calculista dos tempos atuais, mas uma jovem preocupada com o fato de que ela é azul e não se sente bonita assim. E o último personagem interessante de ver o progresso é Hank, o Fera, que na juventude era inseguro e, assim como Raven, com quem tem um affair, se preocupava muito com sua aparência (que na época era apenas os pés enormes), é neste filme que mostram a transformação do rapaz no nosso querido e animalesco Fera azul.
A última coisa que acho interessante pontuar é que foi bastante divertido ver poderes diferentes, para variar. A mutação não é algo banalizado, que qualquer um tem e controla. Embora os poucos e simples efeitos especiais, os poderes são usados com estratégias bastante interessantes, dos quais destacarei apenas o de Azazel. O diabão vermelho, pai de Noturno, tem o mesmo poder do filho (ou seria o contrário?), o do teletransporte. Como ele luta? Agarra o inimigo, teleporta para muitos metros acima do chão, solta o inimigo e teleporta de volta e assim sucessivamente. No corpo-a-corpo, ele aparece e ataca o inimigo pelas costas (com uma espada e uma lâmina), teleporta para trás do próximo e repete o processo. Incrivelmente engenhoso, cruel e desonesto, eu achei o máximo!
Enfim, deixo a indicação, o filme vale cada minuto. Para os fãs é indispensável, para os transeuntes, é uma boa pedida.
Bena
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